O ex-diretor de futebol do Corinthians Mário Gobbi será o candidato da situação nas eleições do clube, em pleito marcado para o final do ano. O nome do dirigente foi confirmado pelo presidente Andrés Sanchez momentos antes do desfile da Gaviões da Fiel, na madrugada de sábado para este domingo.
“Ele é uma pessoa equilibrada, muito boa, fez um grande trabalho no Corinthians. Eu vou indicar e vou trabalhar muito na eleição. Ele tem uma grande força no clube, é querido. Logicamente não é unanimidade, tem que ter oposição construtiva. Mas tem chances e vou trabalhar bastante para ele ser presidente do Corinthians”, disse Sanchez em entrevista à Rádio Jovem Pan.
Gobbi deixou o cargo de diretor de futebol do Corinthians no dia 7 de dezembro do ano passado, após três anos no posto. No ato do seu desligamento, o dirigente alegou "fim do seu cliclo" no clube.
O lançamento do nome de Gobbi confirma o que Sanchez já havia garantido, que não disputaria a reeleição. Para depois, os planos são mais simples. “No dia 20 ou 25 de janeiro de 2012 serei torcedor de arquibancada novamente, torcendo, chorando e sorrindo, com alegria e tristeza”, disse.
O dirigente disse ainda que o futuro estádio do Corinthians, a ser construído em Itaquera, será o palco da abertura da Copa do Mundo de 2014. Oficialmente, arena está projetada para 45 mil lugares, o que impediria a realização do jogo inaugural da competição. Para chegar aos 65 mil assentos exigidos pela Fifa, Sanchez garante que serão incluídos mais 20 mil lugares fixos, e não provisórios como vem sendo especulado.
“Serão 65 mil lugares fixos. Não tem nada de provisório. Será o estádio da abertura da Copa do Mundo e, principalmente, do Corinthians. Algumas coisas serão só para a abertura, como área de hospitalidade, depois desmancham, mas os 65 mil lugares serão fixos”, garantiu Sanchez. Ele afasta a possibilidade de atraso e diz que as obras podem começar ainda neste mês.
“Será no final de março ou começo de abril. Nós entramos há seis meses com todos os processos na Prefeitura e no Estado”, disse.

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